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Lógico que eu ia ter que escrever aqui um post dedicado à Rê. Ia ser até maldade se eu não o fizesse.
Queria te dizer o quanto você é especial para mim, o quanto você está em minhas melhores lembranças, o quanto da minha vida eu dividi contigo. Enfim, o quanto você é especial e única. E o porquê de você ser a minha melhor amiga.
Mas infelizmente me faltaram palavras para isso, me faltaram idéias para escrever um grande texto, que realmente tocasse o coração de quem o lesse e desse às pessoas uma noção da pessoa maravilhosa que você é (e com a qual tenho a felicidade de poder conviver).
Falar sobre você é falar de uma pessoa em quem confio e respeito há muitos anos. Alguém que conhece como pouquíssimas pessoas, e aquela em que eu sei que posso confiar meus segredos mais inconfessáveis. Trata-se também da pessoa com quem posso contar em todas as horas, e aquela pra quem sempre posso pedir um conselho quando estiver confusa.
Enfim, você é uma grande pessoa e ocupa um lugar muito especial no meu coração. Eu quero te desejar um aniversário repleto de alegria e todas as outras coisas boas do mundo, porque certamente você merece.
Muitos beijos da amiga que te adora muito,
Thelminha.
P.S.: Esse texto deve conter vários erros gramaticais. Mas eu nem lembrei de conferir.
Estamos sempre querendo preencher o "nada" que é a essência de nosso ser; queremos nos transformar em coisas em vez de permanecer perpetuamente num estado em que as possibilidades estão sempre irrealizadas.
A existência do homem precede sua essência. Não havendo tal essência, todos são iguais e igualmente livres para se fazerem. Você é o que você faz de você mesmo.
"Nojento" é exatamente aquele que esquece isso e se investe de certa "superioridade essencial". Mas não existe "ladrão ou marginal em essência", assim como não há "gente honesta em essência". Transformar o outro em coisa inferior, para se colocar numa essência superior, é negar simultaneamente a sua liberdade e a própria. Enquanto o olhar de alguém objetiva o outro em coisa essencialmente inferior, o outro, por sua vez, olha e constitui esse alguém num carrasco e ele terá vergonha desse seu olhar.
Aquilo que vulgarmente entendemos por querer, é uma decisão consciente que, para a maior parte de nós, é posterior ao que alguém já fez de si mesmo.
O homem está sempre tentando alcançar um estado em que não restariam possibilidades irrealizadas, no qual diria: "eu não tinha outra escolha, situação em que seria um objeto em vez de um ser consciente, com opções e liberdade. Mas não podemos chegar a um estado em que não restem possibilidades irrealizadas", ou aí estaríamos determinados, sem escolha possível e portanto sem liberdade. Não há fuga possível da angústia da liberdade; fugir à responsabilidade é em si mesmo uma escolha.
Às vezes nós escapamos da ansiedade fingindo que nós não estamos livres, como quando nós fingimos que nossos genes ou nosso ambiente são a causa de como nós agimos. Nós nos permitimos ser auto-enganados ou mentir para nós mesmos, especialmente quando isto toma a forma de responsabilizar as circunstâncias por nosso fado e de não lançar mão da liberdade para realizar a nós mesmos na ação. Quando nós fingimos, nós agimos de má fé.
A má fé é a tentativa de fugir da angústia fingindo que não somos livres. Tentamos nos convencer que as nossas atitudes e ações são determinadas pela nossa personalidade, por nossa situação, ou por qualquer outra coisa fora de nós mesmos. Porém, diz Sartre, o que é aprendido, ou os propósitos, as experiências passadas, não determinam o comportamento atual.. Segundo ele, "nenhum motivo ou resolução passada determina o que fazemos agora". "Cada momento requer uma escolha nova ou renovada".
Negar a liberdade é, a seus olhos, uma tomada de posição covarde, a fim de fugir da angústia da escolha, e achar o repouso e a segurança na confortável ilusão de ser uma essência acabada. Dizer que estamos obrigados por nossa natureza, nosso papel na vida, a agir de certo modo constitui "má fé".
Somos responsáveis por nossas emoções, visto que há maneiras que escolhemos para reagir frente ao mundo. Somos também responsáveis pelos traços duradouros da nossa própria personalidade. Não podemos dizer "sou tímido", como se isto fosse um fato imutável, uma vez que nossa timidez representa a forma como agimos, e que podemos escolher agir diferentemente.
Adaptado de: http://www.cobra.pages.nom.br/fcp-sartre.html.
"Experiência não é o que acontece com você, é o que você faz com o que acontece com você." (Aldous Huxley)
Esse blog está ficando altamente filosófico. ![]()
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram
sonhadas e não se cumpriram.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido
uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?
Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer
pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos
de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os
filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os
shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por
todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar
com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais
profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado
de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas
com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Como aliviar a dor do que não foi vivido?
A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está
no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que
nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a
felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional.
Carlos Drummond de Andrade
Será isso verdade? Eu acredito em partes. Mas se sofremos, queremos sofrer mesmo?
Ouça: "Canção da América" - Milton Nascimento
"Amigo é coisa pra se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração"
No dia 20 de Julho é comemorado o Dia do Amigo e como dizia o talentoso William Shakespeare: "Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida."
Amizade = sentimento de amigo, afeto que liga as pessoas, reciprocidade de afeto, benevolência, amor (Moderno Dicionário da Língua Portuguesa, Michaelis, 1ª edição, 1998, Cia. Melhoramentos de São Paulo, página 132).
Amizade = sentimento fiel de afeição, simpatia, estima ou ternura entre pessoas que geralmente não são ligadas por laços de família ou por atração sexual; entendimento, concordância, fraternidade; benevolência, bondade (Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, 2ª edição, 1986, Editora Nova Fronteira, página 106).
Origem do Dia do Amigo e da Amizade
A idéia de estabelecer um Dia Internacional do Amigo partiu de um dentista argentino, Enrique Febbaro.
Inspirado pela corrida espacial, que estava à toda na década de 60, ele decidiu prestar uma homenagem à humanidade por seus esforços em estabelecer vínculos para além das fronteiras do planeta.
Divulgou durante um ano o lema “meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro” e, com a chegada do homem à Lua em 20 de julho de 1969, escolheu a data para promover uma festa dedicada à amizade.
A comemoração se tornou oficial em Buenos Aires (Argentina) com o Decreto nº 235/79. Aos poucos, ela foi adotada em outras partes do mundo.
(Fontes variadas)
Assim, feliz Dia do Amigo (atrasado) para todos!
Ah, só pra constar, eu ñ escrevi o nome de algumas pessoas no post sobre minha família, e ñ escrevi também os nomes de algumas pessoas q ñ são da família, mas q eu adoro mto. Aki vão os nomes deles, tds, absolutamente TDS os q eu lembrar!
Walter - meu vô; minha vódrasta, que eu ñ sei o nome; Hisashi - minha mais nova vó (materna e paterna), e a mais loka q eu poderia ter; Du - céus, como eu amo esse menino; Bianca (Hide - vôdrasto por mamãe) - mta saudade, apareça!; Peter (meu tio - gde amigo, no sentido completo da palavra); Milena - sua namorada fofíssima; Robson - saudade tbm; César (ñ comentarei sobre ele, motivos tristes, razão intra-interpessoal); Lucy - adoro o jeito desta garota; Paula - anjo do técnico de administração; Douglas...
Ai céus, ñ me lembro mais...
Ahhhhhh... Q ódio! Eu sempre tenho uma boa idéia qdo estou no lugar errado... Ou então no período errado, pq tou proibida d LIGAR MEU PC! Oh, cúmulo do absurdo...
Tou aki só pra prestar contas da vagabundice q é dizer q ama este blog e sequer postar nele... Mas... snifs...
Nossa... De vez em qdo eu me dou conta do qto eu sou loka... Eu disse q amo um blog! Bah!
Ouvindo: Blur - "Girls and Boys" (talvez para inaugurar a fase Damon Albarn na minha imagem de exibição do MSN Messenger)
Frase: "O público me vaia, mas eu me aplaudo" (Horácio)
"Street's like a jungle
So call the police"
(Blur - "Girls and Boys"; letra de Damon Albarn)
Finalmente este blog queridão, tão esperado e planejado, ganha forma e o principal: um título! Deixou de ser um blog de testes para ganhar posts realmente significantes. Eba!
Copiando minha parceira Rê, aqui vai um post dedicado à família, hum, digamos, "escolar". A mammita: Bruna "Bru"; a maninha: Glaucia "Glau"; a prima (ainda não-oficialmente) e nova companheira: Evelyn (seja mto. bem-vinda ao nosso grupo de rolês); a vovó: Daiane "Dai", ou como eu prefiro, "Day"; o músico oficial: Rony; o arruaceiro oficial ("ovelha negra" da família): Rafael; a "empregada"/"Pop Star": Andréia "Déia"; a (quase) sempre turista Alessandra "Lê"; o tio: Sandrox, a tia: Lau;
Outros familiares: a outra mamãe: Aline; o papai: Jonatas; o marido: Carlos; o irmão "gêmeo": Cleyton; e mais alguém que eu ñ consigo lembrar... E tem também a mamãe Nane e a maninha Izinha que eu ñ posso me esquecer...
Tem ainda a Grazi, que não foi encaixada na família, mas é uma das minhas "ídolas" e pode esperar pelo fã-clube; e a Inajara, a minha "ídola da manhã", uma das mais doces e gentis alunas de Nutrição que tive a oportunidade de conhecer.
Beijos tb p/ a Tia Tu, provavelmente a única pessoa a ter a *honra* de ser citada em dois posts! ![]()
São só meus olhos ou essa letra branca está horrivelmente chocante? Humm... ![]()
Como não há nada mais para postar no momento, me despeço aqui com enormes beijos e um desejo imenso de que o dia de amanhã seja muito quente e ensolarado. E principalmente, muito feliz. ![]()